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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Planos para 2016 em diante

Realizações, esclarecimento e felicidades! Ainda estou vivo, não se preocupem!

Continuo fazendo jogos, agora também eletrônicos, não só presenciais, e não abandonei o projeto de RPG Maker sobre a vida de um Mestre de Jogos, mas tenho dedicado muito tempo a aprender sobre os "engines" (motores de jogo), lógica de programação, pixel art, animação, estruturas narrativas, sonorização, gerenciamento de projetos, game design e tudo que vá me ajudar neste projeto e nas tantas ideias de jogos que tenho anotado pelo caminho. Passarei a reportar minhas descobertas aqui no blogue com mais frequência e deixar as procrastinadoras redes sociais principalmente para divulgação das postagens.

Uma postagem no Facebook da RedeRPG pesquisando quais os jogos "crunchy" (granulado, muitas regras a consultar) e "fluffy" (felpudo, muita liberdade narrativa) melhores e piores segundo a galera reacendeu meu interesse pelo empoeirado Fading Suns, porém como seu sistema original é muito ruim para uma ambientação tão foda, encontrei uma adaptação para FATE, que acho que seria um sistema ideal para a proposta do jogo. Outro jogo de ambientação ótima com péssima mecânica citado nos comentários foi Kult, mas ainda não sei qual seria o melhor sistema para uma adaptação do potencial de sua cosmologia.

Idade Média espacial!


Meu filho de 7 anos tem se interessado por "alfabetos" estrangeiros, por causa dos créditos dos desenhos coreanos, chineses e japoneses que ele assiste, então tenho mostrado para ele livros ilustrados sobre kanjis, com ideogramas que ele copia, e já fizemos juntos uma animação no Movie Maker com desenhos que ele fez no Paint e dublagem com efeitos gravada no celular. Quero que isso continue e se torne uma prova de amor tão bonita quanto o método Kumon foi do senhor Toru para seu filho.

Acredito na LudoEduComunicação Prerrogativa (Jogo-Educação-Meios de Comunicação sobre Direitos) como o futuro da aprendizagem civilizadora e tenho planos de implantar esse método de estudo pela produção de conteúdos interativos jurídicos aqui em casa, para colaborar com a conclusão dos estudos por parte de minha esposa e com a formação de meu filho em seu potencial e meu desenvolvimento corporativo e pessoal. Isso merecerá muitas postagens aqui no blogue.

Ilustração... apesar da justiça e dos direitos não dependerem de tribunais!

Não tenho jogado nenhum jogo no computador ultimamente, nem participado de jogos em grupos fixos, mas participei de um playtest de tabuleiro e experimentei um ótimo jogo de dados solitário. Não parei de ler novos manuais, como os do FATE Básico/Core e FATE Acelerado/Accelerated, mas não tem como ampliar o repertório de jogos sem experiências de jogo então voltarei a jogar esse tanto de jogos novos que tenho colecionado no computador e na estante. Sem esquecer de reportar aqui no blogue também. Anunciarei minha mesa no próximo Encontro D30 e tentarei cobrir a partida com entrevistas dos jogadores para publicar aqui depois do evento.

Colocando tudo isso em prática ainda esse ano de 2016 já estarei dando os primeiros passos em direção ao meu objetivo de longo prazo de viver de jogos e arte interativa em tempo integral em vez de depender da minha remuneração num trabalho formal, apesar desse ter sido o "mecenas" de autores que admiro, como Augusto dos Anjos e Franz Kafka, cujas vidas funcionais permitiram que se dedicassem a suas obras ainda que em meio período.

domingo, 14 de julho de 2013

Diário de Jogador: Worlds of Ultima - The Savage Empire (Parte 1)

Este é um RPG de computador que flerta com os Adventure Games, e que pode ser baixado gratuitamente no GOG, junto com os manuais necessários para jogar e para responder à pergunta de proteção contra cópia feita antes de se finalizar a criação do personagem principal. Porém, para quem encontrar alguma dificuldade para encontrar a resposta, há uma lista com todas as perguntas no wiki da série de jogos Ultima.

Por ser um jogo antigo, anterior à era do Windows, precisa do DOSBox como máquina virtual para rodar no Windows. Este é o único RPG de computador que conheço no gênero mundo perdido, um subgênero "pulp", um bom exemplo de ambientação para quem gosta do RPG de mesa Espírito do Século.

Entre os Kurak


Eu, o Avatar do jogo, acordei na aldeia Kurak, um povo indígena silvestre como os da Amazônia, sendo cuidado pelo pajé Intanya, que perguntou meu nome e como eu agiria frente a alguns dilemas morais (o que determinaria meus valores de Força, Destreza e Inteligência iniciais), além de uma pergunta de proteção de cópia sobre a edição de Ultimate Adventures (o manual do jogo) produzida por Jimmy Malone, o repórter que foi transportado para o Vale de Eodon junto comigo e com o professor Elliot Archimedes Rafkin, devido a um acidente com as experiências sobre a orbe negra obtida no final das aventuras em Britânia (ocorridas no jogo Ultima VI, cuja engine original é utilizada nos jogos da série Worlds of Ultima).

Antes de despertar, conversei mais um pouco com Intanya sobre o sequestro de Aiela, filha do cacique Aloron, por Darden, líder dos Urali, um povo escondido na parte sudeste do mapa.

Também fui apresentado ao primeiro integrante de meu grupo de aventureiros, o aprendiz de pajé Triolo, que se trata do velho conhecido bardo Iolo perdido no Vale com amnésia, que aprendeu a fazer oferendas de três plantas diferentes a três crânios (um humano, um de gorila e outro de onça/jaguar) para realizar nove diferentes magias.

Após despertar, conversamos com Sahree, uma guerreira negra filha do pajé da tribo Yolaru, que nos contou a história de Oloro de Nenhuma Tribo, e de como ele uniu todos os chefes contra o excesso de dinossauros. Agora tínhamos uma infestação de Myrmidex (perigosos homens-formiga) e seria bom que as tribos esquecessem novamente suas rivalidades e se unissem contra o inimigo comum. Depois propus essa união ao cacique Kurak e ele concordou desde que resgatássemos sua filha.

Entre os Yolaru e os Nahuatla


Depois visitei os Yolaru, que se uniram a nós após obtermos dez espadas de pedra negra para eles, roubadas e compradas dos Nahuatla ao preço de três esmeraldas cada, seis dessas esmeraldas trocadas por 68 penas de papagaios/araras azuis caçadas e estripadas por mim num ato extremamente antiecológico. O professor Rafkin se juntou a nosso grupo nessa aldeia Yolaru, pois, apesar de fisicamente fraco, é o único personagem capaz de coletar salitre para fabricação da pólvora necessária aos rifles de bambu que ele também sabe fabricar e às granadas em potes de barro que ele ensinou a fabricar.

Entre os Disquiqui: dois dos Três Patetas


O repórter Jimmy Malone se juntou a nós após o termos resgatado de se casar com a horrível filha do chefe da tribo havaiana dos Disquiqui, cujo cacique e os dois pajés representam versões dos Três Patetas (The Three Stooges).
Conheço esse cara...

...e esse também não me é estranho...
Jimmy mantém anotados num caderninho todos os acordos (missões) feitos com as tribos, e a missão para os Disquiqui se unirem a nós foi desmaiarmos um Tiranossauro com uma lança molhada numa bebida alcoólica muito forte para podermos colocar um sino em seu pescoço para que os "guerreiros" da tribo pudessem saber (e fugir) quando ele se aproximasse.
É dose para tiranossauro...

Nessa tribo também encontramos o rei deposto dos Nahuatla, que prometeu se unir a nós se conseguíssemos desligar a aura mágica que protege seu cunhado de qualquer ataque.

Por enquanto não encontramos nenhuma outra tribo, mas lutamos contra grupos de Myrmidex quando saímos do caminho e só não morremos graças à magia encantar inimigos (Charm Enemies) de Triolo, que tornou alguns deles nosso aliados contra os outros homens-formiga.

Também acabamos usando a magia de proteção, a de luz e a de cura, a qual também economizamos ao utilizar ataduras feitas de pano (tecido num tear com fibras coletadas por mim mesmo) rasgado em dez tiras com uma faca.

O que mais gostei nesse jogo foi essa possibilidade de fabricar itens a partir de insumos mais simples. Posteriormente devo fabricar minhas próprias tochas a partir de galhos e tiras de pano embebidas em piche.

Única opção de personagem: "Galegão dos zóio azul"